As Perfeitíssimas – Parte II

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Segunda parte do programa apresentado por Natália Correia, poetisa e escritora, sobre o lado matriarcal da vida portuguesa, onde aborda a vida de Filipa de Lencastre, mãe da ínclita geração, e de Leonor de Lencastre e da sua obra social e cultural que perdura.

  • Nome do Programa: As Perfeitíssimas
  • Nome da série: MÁTRIA I
  • Locais: Portugal
  • Personalidades: Natália Correia, Formosinho Sanches, Fátima Murta
  • Temas: História
  • Canal: RTP 1
  • Menções de responsabilidade: Autoria e apresentação: Natália Correia. Produção e realização: Dórdio Guimarães.
  • Tipo de conteúdo: Programa
  • Cor: Cor
  • Som: Mono
  • Relação do aspeto: 4:3 PAL

Resumo Analítico

Natália Correia entrevista Formosinho Sanches, arquiteto, sobre a localização da casa de Gil Vicente, no Largo dos Lóios em Lisboa, Largo dos Lóios, Natália Correia a subir a rua com Formosinho Sanches, os dois conversam sobre a localização das casas de Gil Vicente. Retrato de Dona Leonor, Natália Correia refere-se ao ambiente mais liberto que se vive no renascimento e na participação ativa das mulheres na poesia, destacando Filipa de Almada, a primeira poetisa portuguesa, retrato de D. Álvaro Vaz de Almada, avô de Filipa de Almada que morreu com Dom Pedro na batalha de Alfarrobeira, a atriz, Fátima Murta interpreta diálogo de Dona Leonor com Filipa de Almada. Natália Correia fala do apoio de Dona Leonor à nova mentalidade feminina referindo que mandou publicar o livro "O espelho de Cristina" da autoria de Christine de Pizan que defende os direitos das mulheres e a sua emancipação moral, exemplar do livro a ser folheado, Natália Correia fala do contributo de D. Leonor para o estabelecimento da imprensa em Portugal ilustrado com gravura alusiva à atividade livreira, e com gravura retratando Dona Leonor e Dom João II. Natália Correia fala da obra social de Dona Leonor, fachada da Sé de Lisboa, claustros da Sé de Lisboa, capela de Nossa Senhora da Piedade no claustro, primeira sede da irmandade da Misericórdia instituída por Dona Leonor, Natália Correia fala dos antecedentes da Misericórdia, instituída pela rainha Dona Leonor. Compromisso Manuelino da Misericórdia de 1520, Compromisso Manuscrito de 1502, Natália Correia fala do papel do Frei Miguel Contreiras na fundação da Misericórdia, retrato de Frei Miguel Contreiras, Bandeiras da Misericórdia, quadro de Garcia Fernandes na Misericórdia de Sesimbra. Natália Correia fala sobre o pioneirismo da Rainha na conceção e lançamento da Misericórdia, pormenor do frontão da igreja da Conceição Velha, onde figuram Dona Leonor e Dom Manuel entre outras personagens, quadro de Garcia Fernandes onde aparece Álvaro da Costa, primeiro provedor da Misericórdia, a assistir ao casamento de D. Manuel com D. Leonor de Áustria, Natália Correia fala da acusação que pende sobre Dona Leonor de ter morto o seu marido, retrato de Dom João II que morre em Alvor envenenado, busto de Camilo Castelo Branco que defende argumentos que comprometem a rainha, Natália Correia fala das teses do envenenamento de Dom João II. Retrato de Dona Leonor da autoria de José Malhoa, retrato de Dom João II, a atriz, Fátima Murta e ator interpretam o diálogo de Dona Leonor com espectro do marido quando ela está à beira da morte, texto da autoria de Fernando Correia, dramaturgo. Natália Correia explica a motivação da Rainha na morte de Dom João II, quadro de Dom Afonso, filho de Dona Leonor que morreu num acidente de cavalo, Natália Correia fala da aversão da rainha ao marido que a levou a querer a separação do marido mesmo depois de morto, laje onde está sepultada, no Convento da Madre de Deus. Exterior do Mosteiro da Batalha; Capelas Imperfeitas, pormenor da divisa de D. João II na terceira capela, mandada construir por Dona Leonor para jazida de Dom João II, túmulo de Dom João II e do seu filho Afonso na Capela do Fundador, Natália Correia fala da vida de Dona Leonor após a morte do marido, painel de azulejos com a fachada primitiva do convento da Madre de Deus, fundado por Dona Leonor, fachada do convento da Madre de Deus, Igreja do Convento, coruchéu com camaroeiro que era a divisa da rainha, pia de água benta, pórtico manuelino na fachada do convento, claustro que conserva a traça primitiva na parte do piso térreo, panorama de Jerusalém onde Dona Leonor está retratada, quadro da escola flamenga do século XV, oferecido pelo seu primo imperador Maximiliano. Natália Correia fala da época em que Dona Leonor viveu e da sua sensibilidade privilegiada, rainha que é autora de uma obra social e cultural que perdura, estátua de Dona Leonor em contraluz.

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