A Rainha das Rosas – Parte I

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Primeira parte do programa apresentado por Natália Correia, poetisa e escritora, sobre o lado matriarcal da vida portuguesa, fazendo a abordagem à Rainha Santa Isabel enquanto mulher e rainha, focando aspetos menos divulgados da sua vida e da sua obra.

  • Nome do Programa: A Rainha das Rosas
  • Nome da série: MÁTRIA I
  • Locais: Portugal
  • Personalidades: Natália Correia, Fátima Murta, José Guilherme Filipe
  • Temas: Artes e Cultura, História
  • Canal: RTP 1
  • Menções de responsabilidade: Autoria e apresentação: Natália Correia. Produção e realização: Dórdio Guimarães.
  • Tipo de conteúdo: Programa
  • Cor: Cor
  • Som: Mono
  • Relação do aspeto: 4:3 PAL

Resumo Analítico

Natália Correia faz uma pequena introdução ao programa. Retrato de Dona Isabel, filha de Pedro III de Aragão e de Dona Constança da Sicília, Natália Correia fala das fontes históricas que descrevem a infância da infanta e introduz o casamento de D. Isabel com D. Dinis, casamento que constitui uma aliança contra o poder preponderante de Castela. Trancoso, Natália Correia, no exterior de capela de São Bartolomeu, conta como foi o casamento de D. Dinis com Dona Isabel de Aragão, em Trancoso, lápide no exterior da capela assinalando que esta foi mandada construir em memória do casamento real que se celebrou na desaparecida igreja do Mosteiro de São Bartolomeu, passagem sob o arco das Portas D´el Rei e pelo centro histórico de Trancoso, exterior da Igreja do mosteiro de Santo António, situada no terreiro onde se deram as festas do casamento real. Fachada da Sé catedral da Guarda, fachada da casa onde Isabel e Dinis terão passado a lua-de-mel, Natália Correia fala da consumação do casamento apesar da tenra idade de D. Isabel, estátua jacente no túmulo de D. Isabel, retrato de D. Isabel, Natália Correia cita a descrição de Ribeiro Vasconcelos no seu livro "Dona Isabel Rainha de Portugal". Gravura de Dom Dinis, estátua de Dom Dinis da autoria de Francisco Franco na Universidade de Coimbra, Natália Correia refere-se à ação da rainha na política externa e na defesa dos interesses da nação. Os atores, Fátima Murta e José Guilherme Filipe, interpretam o episódio em que Dona Isabel se declara contra a decisão de Dom Dinis, de legitimar os sobrinhos, filhos do seu irmão Dom Afonso, Natália Correia explica a oposição de D. Isabel a esta decisão, gravura de D. Isabel com cruz na mão, imagem da "Virgem" relicário de prata que pertenceu a Dona Isabel, Natália Correia refere-se à firmeza da rainha, e fala da sua cultura e educação. Castelo de Leiria onde a corte de Dom Dinis se estabeleceu por várias temporadas, exterior e interior das ruínas da Igreja da Pena mandada edificar por Dona Isabel no interior do recinto da praça-forte deste castelo, capela onde a rainha se recolhia quando o marido se arrebatava por novos amores. Natália Correia, nas varandas do palácio de Leiria, fala da participação de Dona Isabel na vida da corte, Fátima Murta e José Guilherme Filipe interpretam a cantiga em que D. Dinis faz um louvor a Dona Isabel dizendo que esta seria boa para rei, Natália Correia introduz o tema dos amores de Dom Dinis fora do casamento. Excerto do filme "Rainha Santa" que regista os desafogos carnais de Dom Dinis, produção luso-espanhola realizada por Rafael Gil, em que António Vilar interpreta Dom Dinis, Natália Correia cita o cronista Rui de Pina a propósito da reação de Dona Isabel aos amores do marido, outro excerto do filme, Maruchi Fresno desempenha o papel de Dona Isabel. Natália Correia fala dos ciúmes de Dom Dinis suscitados pelo fervor piedoso da Rainha que inspiraram o poema dramático de António Patrício, os atores, Fátima Murta e José Guilherme Filipe interpretam o poema "Dinis e Isabel".

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