Música e Poesia Revolucionária de S. Tomé e Príncipe

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Programa de caráter cultural e musical focado na música e poesia revolucionárias de São Tomé e Príncipe e a sua ligação a uma tradição secular de luta contra a escravatura e a exploração colonial, com a participação de Carlos Tiny e do Grupo de Música e Poesia Revolucionária do MLSTP.

  • Nome do Programa: Música e Poesia Revolucionária de S. Tomé e Príncipe
  • Nome da série: MÚSICA E POESIA REVOLUCIONÁRIA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
  • Locais: São Tomé e Príncipe
  • Personalidades: Carlos Tiny
  • Temas: Artes e Cultura, Sociedade
  • Canal: RTP 1
  • Menções de responsabilidade: Apresentação: Carlos Tiny
  • Tipo de conteúdo: Programa
  • Cor: Preto e Branco
  • Som: Mono
  • Relação do aspeto: 4:3

Resumo Analítico

Carlos Tiny, do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), destaca o papel revolucionário da música e apresenta o hino "Independência Total" interpretado pelo Grupo de Música e Poesia Revolucionária do MLSTP. 05m04: Reflete sobre o carácter multissecular da resistência do povo santomense e as revoltas dos escravos e introduz a canção "Amador" sobre o líder da revolta de escravos de 1576 interpretada pelo interpretado pelo Grupo de Música e Poesia Revolucionária do MLSTP. 09m14: Carlos Tiny refere a divisão fundiária em São Tomé e Príncipe, a chegada de angolanos e moçambicanos como mão-de-obra forçada para as roças de café e cacau, o papel de Carlos Gorgulho, governador de São Tomé e Príncipe, no Massacre de Batepá em fevereiro de 1953 e introduz a leitura de poema de Alda do Espírito Santo sobre o referido acontecimento. 15m16: Pronuncia-se sobre as repercussões políticas e históricas dos massacres de fevereiro de 1953, introduz a canção "Fevereiro, nódoa de abacate" e o poema de Alda do Espírito Santo "Onde estão os homens caçados neste vento de loucura" e destaca o papel de Zé Mulato enquanto Chefe da Polícia de Carlos Gorgulho; Grupo de Música e Poesia Revolucionária do MLSTP interpreta a canção "Fevereiro nódoa de abacate" e mulher declama o poema "Onde estão os homens caçados neste vento de loucura". 23m26: Carlos Tiny refere o exílio de resistentes santomenses, a fundação do Comité de Libertação de São Tomé e Príncipe (CLSTP) em Accra no Gana em 1960, as perseguições da Polícia de Intervenção e Defesa do Estado/Direção Geral de Segurança (PIDE/DGS) e introduz a canção "Gandú" interpretada pelo Grupo de Música e Poesia Revolucionária do MLSTP. 28m20: Carlos Tiny explica o significado da canção "Patrício meu" e o Grupo de Música e Poesia Revolucionária do MLSTP canta. 32m14: Carlos Tiny introduz a leitura do poema "Papai" declamado por menina, refere a transformação do CLSTP no MLSTP, a nomeação de Manuel Costa como secretário-geral do MLSTP e a influência da Revolução de 25 de Abril de 1974 na forma de luta e introduz as canções "Tu não és nosso. Vai-te embora!" e "A exploração tem de acabar!" interpretadas pelo Grupo de Música e Poesia Revolucionária do MLSTP. 41m09: Carlos Tiny incita à revolução africana e introduz o poema "Seu Silva Costa chegou na ilha" de Francisco Tenreiro e a canção "África"; rapariga declama o poema e o Grupo de Música e Poesia Revolucionária do MLSTP canta "África".

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