Minha ou de ninguém
Reportagem da jornalista Ana Luísa Rodrigues sobre os homicídios e violência conjugal.
Resumo Analítico
Vista geral de zona verde, Fotografias de Manuela e João no dia do casamento, simulação de perseguição de automóvel, cemitério de Arega, familiares colocam flores na campa de Manuela Antunes, assassinada pelo marido, Lugar de Cabeças, estrada onde Manuela ficou encurralada pelo marido. Declarações de "Maria", testemunha do homicídio, Sérgio Margarido, filho de Manuela e João, Alzira Antunes, mãe de Manuela, paginas dos jornais com a notícia. Grupo de mulheres da UMAR recorta jornais com notícias sobre violência contra mulheres, declarações de Maria José Magalhães, União das Mulheres Alternativa e Resposta, Artemisa Coimbra, do Observatório das Mulheres Assassinadas. Sequência de notícias da RTP com notícias sobre homicídios de mulheres, desenhos e redação de uma criança que presenciou o pai a matar a mãe, Nídia Abreu, da Cooperativa "Pelo Sonho é que Vamos", conta como a criança relatou o homicídio. Excerto da reportagem da RTP do dia 20 de Dezembro de 2000, sobre a morte de uma mulher pelo marido, declarações de "Quiqui", filha da mulher morta, "Quiqui" junto à campa da mãe, Ana Maria Nunes Rega Matos, no cemitério do Redondo. Sérgio Margarido conta a dificuldade em aceitar que o pai tenha assassinado a mãe, mostra fotografia da mãe, da sua infância, de Luís Oliveira, irmão de vítima, Celina Manita, psicóloga, "Quiqui" no cemitério do Redondo. Exterior da Universidade do Porto, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, gabinete de Celina Manita, quadro com fotografia de um casal e a inscrição "A Violência Doméstica é Crime", Celina Manita refere o comportamento dos homens, Excerto de peça de teatro "Estilhaços" sobre a violência doméstica, João Maria André, encenador da peça comenta o conhecimento que tiveram de certas situações e que a realidade ultrapassa a ficção.