Maria Flor Pedroso entrevista Ana Catarina Mendes
Maria Flor Pedroso, jornalista e editora de política da Antena 1, entrevista no estúdio da rádio, Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta do PS que começa por falar do "desafio" que representa o cargo que ocupa com a possibilidade "de fazer uma articulação estreita entre o que é a ação governativa, a ação no parlamentar e a ação partidária"; explica o que quis dizer ao falar de " um PS de pessoas normais", que assume poder ter sido "uma expressão infeliz"; realça a importância da sociedade civil e das primeiras eleições primárias do PS, em 2014; fala do pagamento de quotas dentro do partido e do que representa; diz que o PS "convive bem com as divergências" e aprovou o "fim do arco da governação" através dos acordos dos partidos à esquerda; reage às críticas de Sérgio Sousa Pinto, do PS que não concorda com os acordos à esquerda e diz "que aceita todas as críticas"; assume que o PS não tem "uma varinha mágica (..) para "resolver todos os problemas estruturais que existem na sociedade portuguesa"; enumera várias promessas eleitorais do PS já cumpridas; fala de problemas existentes e de problemas "herdados"; comenta a moção global, a apresentar no congresso por Daniel Adrião, do PS; diz nesta fase, não antever nenhuma crise entre os partidos que apoiam o atual governo; refere não haver "nenhum pacto de não agressão nas eleições autárquicas" com os partidos que sustentam o governo; comenta declarações proferidas por Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República; afirma não saber se os anteriores secretários-gerais do PS irão ao congresso, mas que todos, sem exceção, foram convidados; e termina com a sua escolha musical, que recai em "Tanto Mar", de Chico Buarque.