Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora

00:29:52

Programa de caráter documental apresentado por Paula Moura Pinheiro que convida Sandra Costa Saldanha para uma visita guiada à Igreja de São Vicente de Fora em Lisboa, considerada a obra maior do período filipino em que Portugal esteve sob o domínio de Espanha, entre 1580 e 1640, mandada construir por Filipe II de Espanha e I de Portugal.

  • Nome do Programa: Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora
  • Nome da série: Visita Guiada V
  • Locais: Lisboa
  • Personalidades: Paula Moura Pinheiro, Sandra Costa Saldanha
  • Temas: Artes e Cultura, História, Sociedade
  • Canal: RTP 2
  • Menções de responsabilidade: Autoria e apresentação: Paula Moura Pinheiro. Produção: Ana Dias.
  • Tipo de conteúdo: Programa
  • Cor: Cor
  • Som: Stereo
  • Relação do aspeto: 16:9 PAL

Resumo Analítico

Vista aérea da Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora, cisterna cuja estrutura é do século XII, integrava o primeiro Mosteiro de São Vicente de Fora, construído por Dom Afonso Henriques como agradecimento pela conquista de Lisboa aos muçulmanos, gravura da Tomada de Lisboa aos Mouros em 1147, interior da sacristia, painéis de azulejos considerados a maior coleção de azulejaria barroca do mundo, túmulos da dinastia de Bragança, de Dom Manuel II, o último rei de Portugal, Dom Carlos, príncipe Luís Filipe, a rainha Dona Amélia e os restantes monarcas e pessoas reis desta casa, Lisboa assinalada no mapa de Portugal, vista aérea da Igreja de São Vicente de Fora. Sandra Costa Saldanha, historiadora de arte, sobre a construção da Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora, intercalado com gravura de Dom Filipe II de Espanha e Filipe I de Portugal, e vista aérea da igreja, fachada da igreja destacando-se as duas torres que até 1582, data da fundação e do lançamento da primeira pedra na construção da igreja, estavam quase exclusivamente reservadas às igrejas catedrais, conferindo-lhe assim um prestígio simbólico que até então as igrejas portuguesas não tinham e que vai deixar uma influência ao longo dos séculos XVII, XVIII e início do século XIX, imagens da fachada da Igreja de São Vicente de Fora em 1582, da Sé Nova de Coimbra em 1598 e da Igreja de São Lourenço no Porto em 1690, claustro do mosteiro destacando-se pormenores arquitetónicos, vista aérea do Mosteiro. Interior do Mosteiro destacando-se os painéis de azulejo que revestem as paredes dos corredores, interior da igreja de São Vicente de Fora, destacando-se a cobertura da nave e as capelas laterais, Sandra Costa Saldanha, sobre os arquitetos responsáveis pela construção do mosteiro, gravura de Juan de Herrera, arquiteto espanhol, responsável pelo primeiro plano inicial para São Vicente de Fora, fotografia do Mosteiro de San Lorenzo de El Escorial, de Juan de Herrera, capa e páginas do livro "Estudos sobre embadometria, estereometria e as ordens de arquitetura de Filippo Terzi de 1578, arquiteto e engenheiro militar italiano, vista aérea da igreja, gravura com assinatura de Filipe I de Portugal e II de Espanha na planta segunda do pavimento e oficinas do mosteiro e igreja de São Sebastião e São Vicente de 1590, vista aérea do mosteiro, gravura do mosteiro medieval, mandado construir por Dom Afonso Henriques, onde posteriormente foi construída a igreja e mosteiro de São Vicente de Fora, gravura alusiva a uma barca e dois corvos que segundo a lenda protegeram os restos mortais de São Vicente do Algarve para Lisboa. Cisterna construída aquando do Mosteiro Medieval por Dom Afonso Henriques, que foi integrada na construção do novo mosteiro, gravura da Tomada de Lisboa aos Mouros em 1147, Sandra Costa Saldanha sobre a construção do Mosteiro de São Vicente de Fora por Dom Afonso Henriques em agradecimento à conquista da cidade, gravura com a crónica da tomada de Lisboa aos mouros e fundação do Mosteiro de São Vicente e com primeiro documento com referência à conquista de Lisboa, painel de azulejo com a figura de Santo Agostinho e pintura. Vista aérea da Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora, Sandra Costa Saldanha destaca o conjunto de azulejaria, considerada a maior coleção barroca do mundo, que representam a conquista do país e os feitos heroicos de Dom Afonso Henriques, pintura do retrato oficial de Filipe I de Portugal e II de Espanha, planos de corte do conjunto de painéis de azulejo destacando-se a figura de Dom Afonso Henriques, de Dom Sebastião, de Dom João IV, de Dom Pedro II, e de Dom João V, fotografia do Claustro do Convento de São Francisco em Salvador da Bahia, no Brasil, o embelezamento artístico no edifício destacando-se a pintura do teto da autoria do pintor italiano Vicenzo Baccarelli, que introduz em Portugal a pintura de simulação ilusionística de arquitetura para decoração de tetos, estabelecendo uma nova conceção de espaço cénico decorativo. Claustro, interior da sacristia, túmulo de Dom João V, gravura com projeto do monumento fúnebre de Raul Lino, anos 30 século XX e fotografia de monumento fúnebre, Sandra Costa Saldanha sobre a história dos túmulos que se encontram no panteão real da dinastia de Bragança, imagens dos túmulos no panteão, gravura com a Planta de Panteão Joanino em 1742, fotografia antiga, gravura do livro do monumento fúnebre à memória de Dom Carlos e do príncipe Luís Filipe de 1933 e do projeto do monumento fúnebre de Raúl Lino, anos 30 do século XX, duplo túmulo destinado a Dom Carlos e ao príncipe Luís Filipe, túmulo da rainha Dona Amélia, imagens das arcas em mármore onde foram depositados os restos mortais das restantes pessoas reais da dinastia de Bragança, pintura e túmulo de Dom João V, vista aérea da Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora.

Termos e condições de utilização

Os conteúdos disponíveis estão protegidos por direitos de propriedade industrial e direitos de autor. É expressamente proibida a sua exploração, reprodução, distribuição, transformação, exibição pública, comunicação pública e quaisquer outras formas de exploração sem a autorização prévia da RTP. O acesso aos conteúdos tem como único propósito o visionamento privado e educacional sem fins comerciais. Para mais informações, entre em contato com o arquivo da RTP através do seguinte endereço de correio eletrónico: arquivo@rtp.pt .