Igreja da Misericórdia de Viana do Castelo

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Programa de caráter documental apresentado por Paula Moura Pinheiro que convida o museólogo João Alpuim Botelho, para uma visita guiada à Igreja da Misericórdia de Viana do Castelo, um exuberante exemplar da arquitetura barroca colorida, vibrante e festiva, do século XVIII, que talvez tenha influenciado a tradição alegre e rica dos trajes das minhotas.

  • Nome do Programa: Igreja da Misericórdia de Viana do Castelo
  • Nome da série: Visita Guiada V
  • Locais: Viana do Castelo
  • Personalidades: Paula Moura Pinheiro, João Alpuim Botelho
  • Temas: Artes e Cultura, História, Sociedade
  • Canal: RTP 2
  • Menções de responsabilidade: Autoria e apresentação: Paula Moura Pinheiro. Produção: Ana Dias.
  • Tipo de conteúdo: Programa
  • Cor: Cor
  • Som: Stereo
  • Relação do aspeto: 16:9 PAL

Resumo Analítico

Vista aérea da cidade com destaque para o Rio Lima e para a Igreja da Misericórdia de Viana do Castelo, exterior e interior da igreja destacando-se os retábulos de talha dourada, as paredes revestidas a azulejos e a pintura do teto da nave, Viana do Castelo assinalada no mapa de Portugal, vista aérea da cidade, destaque para pontos de interesse turístico, Basílica de Santa Luzia, navio hospital "Gil Eannes" atracado no porto marítimo, gaivota, Sé, atual e antigo edifício Paços do Concelho, fonte e chafariz da Praça da República do século XVI e Igreja da Misericórdia, interior da igreja com destaque para o altar-mor. João Alpuim Botelho, ao longo do programa, sobre o projeto de construção da Igreja da Misericórdia que é um dos melhores exemplos do estilo Barroco em Portugal, imagens do interior da igreja em direção ao altar-mor. Diogo Zão, organista, sobre a história do órgão da igreja, produzido na Península Ibérica, e as caraterísticas sonoras do mesmo, organista interpreta excerto do Tento de Registo Alto de 4º Tom, do compositor e organista espanhol Bartolomeu de Olagué, destaque para o órgão de tubos em talha dourada e interior da igreja revestida a painéis de azulejos. Retrato da Rainha Dona Leonor, 1458 a 1525, retábulos em talha dourada, vista aérea da Igreja da Misericórdia, destaque para painel de azulejos alusivo à passagem bíblica do menino Jesus entre os doutores, com o episódio da obra de misericórdia "Ensinar os ignorantes", João Alpuim Botelho sobre o mestre Policarpo de Oliveira Bernardes, azulejista português do século XVIII, autor do conjunto de painéis de azulejos que revestem a igreja e representam, do lado direito, obras misericórdias espirituais e, do lado esquerdo, obras misericórdias corporais, destaque para painel de azulejos, com representação da obra de misericórdia "Consolar os tristes" que retrata o episódio da vida de Jo, destaque também para os painéis de azulejos, com representações das obras de misericórdia "Dar bom conselho" que retrata a conversão de São Mateus, "Castigar os que erram", "Perdoar as injúrias" e "Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo", representações de cenas bíblicas em tábuas de talha dourada onde se destaca um homem a usar óculos, destaque para o último painel de azulejos, sétima obra de representação de misericórdia espiritual "Rezar a deus por vivos e defuntos", interior da igreja. João Alpuim Botelho destaca os painéis de azulejos com a representação dos episódios das obras misericórdias corporais "Enterrar os mortos", "Visitar os presos", "Dar pousada aos peregrinos", "Visitar os enfermos", "Vestir os nus", "Dar de beber a quem tem sede" e "Dar de comer a quem tem fome". Destaque para arcada revestida a azulejo com a representação da figura de Nossa Senhora da Misericórdia, vista da capela-mor revestida também com painéis de azulejos que representam a vida de Maria e de Jesus, com os episódios espirituais a ocupar o lado esquerdo do altar e os terrenos o lado direito, assinatura do autor dos painéis de azulejos Policarpo de Oliveira Bernardes. Altar-mor em talha dourada com a pintura em tela do episódio bíblico a "Última Ceia" de Jesus com os Apóstolos antes de ser preso e crucificado, da autoria de António de Oliveira Bernardes, pintor e azulejista português dos séculos XVII e XVIII, filho de Policarpo de Oliveira Bernardes. João Alpuim Botelho sobre a primeira igreja da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo situada ao lado do hospital, que mais tarde foi demolida e substituída pela atual Igreja da Misericórdia, documentos históricos alusivos à construção da igreja desenhada pelo arquiteto Manuel Pinto Vila Lobos, vista aérea e exterior da Igreja da Misericórdia, interior com destaque para os retábulos e caixas dos órgãos em talha dourada da autoria de Ambrósio Coelho, para as paredes revestidas a azulejo e para os frescos no teto de Manuel Gomes, destaque para os medalhões centrais da pintura do teto. Destaque para as três pinturas sobre tela expostas na Igreja da Misericórdia, pintura "Nossa Senhora da Misericórdia", da autoria do pintor André de Padilha, século XVI, pintura "Adoração dos Pastores" da autoria do pintor holandês Cornelis de Beer, século XVII, e a "Última Ceia" da autoria de António de Oliveira Bernardes, século XVIII. Praça da República destacando-se a fonte e chafariz, o antigo edifício dos Paços do Conselho e a Igreja da Misericórdia, exteriores e fachada da igreja, fonte a funcionar, vista da cidade, exterior e fachada do edifício dos Paços do Conselho, vista aérea da cidade, exterior da igreja, documento histórico com o desenho da igreja, fachada da igreja destacando-se as varandas que dão origem ao nome "Casa das Varandas", onde funciona a sede da Misericórdia, com arquitetura de inspiração renascentista e maneirista, com influências italianas e flamengas, interior da igreja. João Alpuim Botelho a propósito da influência do ouro e exuberância implícitos no estilo Barroco da Igreja da Misericórdia, nos trajes tradicionais das minhotas, que são considerados os mais ricos e alegres do país, fotografias de raparigas que vestem os trajes tradicionais minhotos exibindo o ouro oferecido, coluna em talha dourada barroca comparada com os bordados dos trajes minhotos, fotografias das minhotas destacando-se o pormenor dos bordados dos trajes, as cores e o ouro, e traje das noivas minhotas, vista da Basílica de Santa Luzia.

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