Conta Corrente
Programa de economia apresentado pelo jornalista António Perez Metelo.
Resumo Analítico
Peça do jornalista António Perez Metelo, sobre a subida da inflação em Portugal e análise dos valores implicados em vários sectores do mercado, dispensa com alimentos, gráfico com os serviços e sectores que registaram maiores subidas de preços, autocarro nº 7, gráfico com as subidas percentuais dos transportes e comunicações e habitação; mercado, gráfico com as subidas percentuais da alimentação e bebidas, padaria, gráfico com a média da subida da inflação nos últimos 8 meses e comparação com meses homólogos do ano anterior. Peça do jornalista João Cândido da Silva, sobre a politica monetária do Banco de Portugal com limites ao crédito para combater o défice externo e controlar a inflação, fachadas dos "Banco Pinto & Sotto Mayor", "Banco Fonsecas & Burnay", "Banco Totta & Açores", "Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa", interior de banco, fachada do "Banco de Portugal", gráfico com capitais próprios e depósitos de um banco para ilustrar os seus créditos, gráfico com ilustração sobre o aumento e o aperto de capital de instituições bancárias, gráfico com o crédito total de Dezembro de 1985 a 1987 em comparação com Outubro de 1988, gráfico com o aumento do crédito do Estado e das empresas públicas. António Perez Metelo entrevista em estúdio Miguel Beleza, administrador do "Banco de Portugal", para comentar os limites ao crédito que se está a verificam na banca portuguesa, explica que o "Banco de Portugal" não quer apertar a garganta à banca nacionalizada mas fazer crescer o crédito menos depressa do que tem acontecido, diz que existe o controlo do crescimento do crédito para controlar o dinheiro em circulação, que se pode refletir no aumento da procura e em consequência disso o aumento dos preços, afirma que esta medida faz parte da realidade de um país desenvolvido, e refere que a inflação subiu, diz que uma parte do valor dos depósitos não pode ser igual ao do crédito e não pode ser emprestada pela banca e que o "Banco de Portugal" pretende congelar, explica como se efetua esta transação, afirma que o défice do Estado e das empresas públicas tem sido o responsável pelo excesso de liquidez que existe, diz que uma redução do défice seria importante mas se isso não se refletisse em recessão, comenta que os limites aos créditos total com base nos depósitos que os bancos recebem e que os bancos vão emprestando conforme as suas reservas, explica que se o banco central entender que os bancos estão a emprestar demais vai comprar essas reservas aos bancos, subindo as taxas de juro, afirma que o governo e o banco central querem criar o sistema de limite ao crédito o quanto antes à imagem do que tem acontecido com outros parceiros europeus. Estudo do Centro de Investigação sobre Economia Financeira do Instituto Superior de Economia, do nível de transações na Bolsa de Lisboa na semana passada com gráficos de quantidades transacionadas, mercado cambial do escudo face ao dólar americano, o marco, a libra inglesa e o iene. Peça do jornalista António Esteves Martins, sobre a importância da criação da União do Magreb Árabe, implementada com o Tratado de Marraquexe, para a política económica da CEE, exterior do Parlamento Europeu, excerto da cerimónia de assinatura do acordo de cooperação entre a CEE e os países do mediterrâneo, declarações de João Vale de Almeida, do grupo de porta-vozes da Comissão da CEE, nas quais afirma que o acordo foi assinado por razões geográficas e históricas a fim de garantir estabilidade política e económica com o mediterrâneo, excerto da adesão de Portugal e Espanha na CEE, Mário Soares, primeiro-ministro, a assinar, Felipe González, presidente do governo espanhol a assinar, mapa da Europa com destaque para a entrada de Portugal, Espanha, Itália e Grécia na CEE, João Vale de Almeida diz encontrar um equilíbrio nos interesses dos países europeus e mediterrâneo, máquinas a apanhar uva, máquinas de ceifar, excerto do Tratado de Marráquexe, União do Magreb Árabe criada em 17 de Fevereiro de 1989, com os estados-membros da Argélia, Tunísia, Líbia, Marrocos e Mauritânia, representantes da Argélia, Tunísia, Líbia, Marrocos e Mauritânia de mãos dadas à janela do Hotel de Ville, João Vale de Almeida comenta que é importante para a Comunidade Europeia que estes países encontrem formas de entendimento.