Conta Corrente

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Programa de economia apresentado pelo jornalista António Perez Metelo.

  • Nome do Programa: CONTA CORRENTE
  • Nome da série: CONTA CORRENTE II
  • Locais: Portugal
  • Personalidades: António Perez Metelo
  • Temas: Economia e Finanças, Política, Sociedade
  • Canal: RTP 2
  • Menções de responsabilidade: Autoria e apresentação: António Perez Metelo. Realização: Leonilde Rodrigues.
  • Tipo de conteúdo: Notícia
  • Cor: Cor
  • Som: Mono
  • Relação do aspeto: 4:3 PAL

Resumo Analítico

Reportagem do jornalista António Perez Metelo, sobre o Acordo de Rendimentos e Preços entre o Governo e a UGT, para o 1º Trimestre de 1989 recebe oposição dos restantes parceiros sociais, ilustração da base de acordo de rendimentos, imagem do ambiente da reunião do Conselho Permanente de Concertação Social e Fernando Nogueira, ministro Adjunto para os Assuntos Parlamentares. António Perez Metelo entrevista em estúdio, Ferraz da Costa, Confederação da Indústria Portuguesa e Torres Couto, União Geral dos Trabalhadores, para falar das cotas sindicais, dos aumentos, do pacote laboral e da modernização das empresas, Ferraz da Costa refere que em Portugal se tem vivido um aumento do apoio sindical, e que no primeiro Governo de Mário Soares acabou com o acordo de obrigatoriedade de cobrança das cotas, diz que um sindicato tem apoio das suas bases se conseguir um sistema de relacionamento com os seus filiados, Torres Couto afirma que os sindicatos estão bem politica, económica e financeiramente, e que 50% da população ativa tem representação sindical, diz que os trabalhadores devem ser livres de escolher o seu sindicato e que as empresas querem o enfraquecimento dos sindicatos, Ferraz da Costa sublinha que a CIP não concorda que os trabalhadores imponham às empresas a obrigatoriedade de descontar, afirma que quem perde com a não assinatura do Acordo sobre Política de Rendimentos é o Governo, Torres Couto diz que a proposta da UGT do Acordo sobre Política de Rendimentos para 1989 só era possível se o Governo, as empresas e os sindicatos estivessem de acordo, refere que a UGT sugeriu que o ónus da prova voltasse a recair na empresa, Ferraz da Costa fala sobre o pacote laboral defendendo que um trabalhador deve ser despedido por justa causa se andar a trabalhar em situação de baixa, diz que para diminuir a taxa de inflação e aumentar a produtividade é necessário que o espírito de trabalho modifique, refere que o Governo não conseguiu por em prática a sua politica conjuntural, aparentando não ter um programa de atuação, que acrescento dos fundos comunitários podem não estar a ser investidos corretamente e com o dinamismo necessário ao país, Torres Couto comenta que a proposta da UGT sobre o contrato para a modernização das empresas vai ser lembrada como uma importantíssima pedrada no charco, Ferraz da Costa diz que, depende da região, mas possivelmente vai aumentar a conflitualidade social nos próximos dois meses, Torres Couto contrapõe que o aumento ou não da conflitualidade social depende da gestão das empresas públicas por parte do Governo e das confederações empresariais nos processos de negociação coletiva e sublinha que para a UGT uma greve geral é a última forma de luta. Estudo do Centro de Investigação sobre Economia Financeira do Instituto Superior de Economia do nível de transações na Bolsa de Lisboa na semana passada com gráficos de quantidades transacionadas, mercado cambial do escudo face ao dólar americano, o marco, a libra inglesa e o iene.

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