Aprovação da Constituição da República Portuguesa 1976
Assembleia Constituinte, discussão, votação e aprovação da primeira Constituição da República Portuguesa, após a Revolução de 25 de Abril de 1974, conduzidos por Henrique de Barros, presidente da Assembleia Constituinte e António Arnaut, secretário da Assembleia.
Resumo Analítico
02m00: Intervenção de Diogo Freitas do Amaral, deputado e presidente do Centro Democrático Social (CDS). 06m32: Intervenção de Octávio Pato, deputado do Partido Comunista Português (PCP). 11m48: Intervenção de José Ferreira Júnior, deputado do Partido Popular Democrático (PPD). 14m34: Intervenção de Mário Soares, deputado e secretário-geral do Partido Socialista (PS). 18m41: Henrique de Barros dá início à votação global do texto da Constituição, bancada do CDS vota contra, destaque para voz que grita "reacionários", todos os restantes deputados, incluindo os independentes e o deputado de Macau, votam a favor; deputados de pé aplaudem a aprovação da Constituição e cantam o Hino Nacional; António Arnault anuncia resultado da votação. 21m58: Declaração de voto do deputado independente Carlos Alberto da Mota Pinto, onde refere um voto de aprovação e de aceitação do conteúdo da Constituição. 26m48: Excerto da declaração de voto de Diamantino Ferreira, deputado por Macau, em que refere o regozijo da população de Macau por ver "constitucionalmente satisfeitas as suas justas aspirações, a permanência da Administração Portuguesa e o estatuto de autonomia". 27m26: Excerto da declaração de voto de Afonso Dias, deputado da União Democrática Popular (UDP). 33m03: Excerto da declaração de voto de Luís Catarino, deputado do Movimento Democrático Português (MDP/CDE). 35m45: Excerto da declaração de voto de Vítor Sá Machado, deputado do CDS, em que justifica o voto contra o texto da Constituição. 39m42: Excerto da declaração de voto de Vital Moreira, deputado do PCP. 43m15: Excerto da declaração de voto de Barbosa de Melo, deputado do PPD. 45m45: Excerto da declaração de voto de José Luís Nunes, deputado do PS.